Apesar de toda a população estar exposta às ameaças do novo coronavírus, até o momento, a comunidade científica considera parte do maior risco de letalidade os grupos com mais de 60 anos e as pessoas que já sofrem com problemas crônicos de saúde.
Os idosos fazem parte do grupo de risco pois têm mais comorbidades, ou seja, doenças associadas, como cardiopatias, problemas respiratórios crônicos, diabetes, entre outras. Além disso, os mais velhos sofrem com um comprometimento degenerativo, conhecido como senescência imunológica e que leva a uma menor imunidade devido ao envelhecimento corporal.
Por estarem expostos à tantos ricos, os idosos precisam tomar cuidados especiais durante a pandemia do coronavírus e devem ser protegidos também por quem não se enquadra no grupo de risco. Quando os mais jovens assumem a responsabilidade na propagação, colaboram para que o índice de contágio seja reduzido e que os idosos sejam menos afetados. Sendo assim, a melhor forma de proteção é reforçar os hábitos de higiene, sair de casa apenas se for necessário e evitar contatos próximos, como beijos e abraços.
Medidas preventivas indicadas para reduzir as chances de contaminação nos grupos de risco
- Evitar cumprimentos com beijos, abraços e apertos de mãos.
- Evitar deslocamento e viagens desnecessárias.
- Não compartilhar itens de uso pessoal, como talheres, copos, batons, pratos e outros.
- Evitar atividades em conjunto, como aulas de dança, exercícios em grupo, reuniões, missas, etc.
- Manter uma alimentação saudável e rica em nutrientes.
- Cobrir a boca e nariz com o braço e o cotovelo ao tossir ou espirrar.
- Evitar utilizar lenços de tecido, apenas lenços descartáveis, para higiene nasal.
- Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos sem antes higienizá-las.
- Manter-se afastado de aglomerações.
E se o idoso for diagnosticado com o coronavírus?
É importante que o idoso seja monitorado de perto e que siga as recomendações médicas de tratamento, para estabilizar a doença e diminuir as chances de complicações. O isolamento deve ser seguido à risca, para evitar que entes queridos sejam contaminados e os cuidados com a higiene devem ser redobrados. Não economize na hora de lavar as mãos, no álcool em gel e nas máscaras, quando for preciso estar em contato com outras pessoas.
Se o idoso infectado pela COVID-19 tiver doenças cardíacas, ele precisa tomar os cuidados necessários para mantê-las estabilizadas. O acompanhamento com um profissional de saúde de confiança é fundamental para monitorar as respostas do corpo ao tratamento indicado e prestar os primeiros socorros em casos mais graves.
A carteira de vacinação do idoso também precisa estar em dia, principalmente contra infecções respiratórias – incluindo a vacina anual contra influenza (gripe) e contra pneumococo, que evita a pneumonia e outras infecções por essa bactéria. Isso evita que, caso seja infectado, o quadro seja agravado.
Se após a recuperação o idoso sentir que sua capacidade respiratória foi prejudicada pelo período de ação do vírus, ele pode recorrer a fisioterapia e a osteopatia para recuperar o bom funcionamento dos sistemas do corpo. Porém, enquanto o vírus não for completamente eliminado do corpo e a pandemia não estiver controlada, a recomendação é a prevenção e o descanso em casa.
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